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Filosofia da Técnica Física para a Conquista da Autoconsciência - TFCA

     
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A Filosofia da TFCA

O que é? Como surgiu? E qual o seu objetivo?

É o que veremos ao longo desta narrativa sobre a abertura do trabalho. 

Irmos em busca das estrelas, no espaço exterior, sem procurarmos explorar  verdadeiramente nosso espaço interior, para nos conhecermos melhor é o grande drama que vive atualmente o ser humano, na Terra.


Dos tempos antigos até hoje, grande parte da humanidade só mudou tecnologicamente. O planeta ficou pequeno e podemos chegar a qualquer ponto dele rapidamente sem maiores problemas.
 
O planeta ainda anda envolto em guerras fratricidas, pela conquista de bens materiais ou do escravagismo de milhares de mentes para interesses específicos, sejam eles de caráter político ou religioso.
  
A sede de se saber algo mais acerca de si mesmo, é tônica fundamental da era que estamos atravessando, pois o homem sempre indagou acerca de si mesmo encontrando mil respostas, mas que sempre o deixaram em duas posições, entre crer e duvidar.
  
A fantasia, os mistérios e a mística dão respostas, numa mistura em que o ser humano se confunde entre o real e o irreal. Aquilo que é, e aquilo que ele pensa ser, ou é.
  
Conquistar a autoconsciência é estar na verdade consciente não só de si mesmo, mas de todo o universo que nos cerca, despido de preconceitos, rótulos, e condicionamentos alienantes, através de nossa vivenciação do dia-a-dia, geração após geração.
 
Durante essa narrativa de apresentação desse trabalho após esse pequeno histórico, vocês vão tomar conhecimento daquilo que Maria Aparecida de Oliveira, a Bianca, tem para lhes transmitir.
 
Ela nasceu em Ewbank da Câmara, pequena cidade do interior de Minas Gerais, no ano de 1947. Aos vinte e oito anos ela teve um contato inédito de terceiro grau, com seres extraterrestres, o qual descortinou a sua visão para campos ainda inexplorados da existência humana, o que veio ampliar de modo radical toda a sua compreensão de vida, fato esse que se deu em 1976. Hoje Bianca tenta transmitir a todos quantos se interessarem, conhecimentos que foram adquiridos em todos esses anos de experiência. Conhecimentos esses que demonstraram as infinitas possibilidades do ser humano.
 
A Técnica Física para a Conquista da Autoconsciência é constituída de exercícios simples, mas que devem ser realizados com muito empenho e perseverança, para se alcançar os resultados de forma gradual, e que irão facultar a cada um de nós a ampliação da noção do mundo que nos cerca e de nós mesmos em relação ao Criador.
 
Portanto...

É certo que vamos falar de um assunto muito delicado. Assunto esse que vem afligindo o ser humano, desde que nele emergiram os primeiros lampejos de consciência.
 
De lá para cá, a morte deixou de ser para o Ser Humano, conseqüência natural do que vive, e o homem mergulhou em busca da resposta a esta pergunta:

Existe vida após a morte?
Acompanhando esta pergunta surgiram várias outras:

* Se existe, como seria? Seria um mundo de luz, ou de trevas?
* Seria esse mundo de formas ou não?
* Se não existem as formas, a luz nem a escuridão, como seria?
* Será que ao morrer seríamos lançados em um espaço vazio com luz suave, e névoa fina, onde reina a paz eterna?
* Será que esse mundo tem brisa ou será ele frio e escuro ou quem sabe, até mesmo exista a dor, ou ainda nada disso exista, e a morte seja o fim de tudo, o esquecimento eterno... Quem sabe?


O conhecimento que hoje tenho nesta área, só me foi possível depois que comecei a praticar a técnica ensinada a mim por Karran. Técnica essa que tem como objetivo a conquista da Autoconsciência.

Segundo Karran, “somente a autoconsciência poderá responder estas perguntas”.
 
Por esta razão bendigo o momento em que estava cheia de dúvidas, e, ele, Karran me ajudou dizendo:


Karran“Saia de tua matéria e verás que tu és a mente que pode ver, que pode sentir, aprender e raciocinar. Então, poderás entender que a matéria é somente uma parte tua e não totalmente você”.
 
Confesso que naquele momento não entendi as palavras de Karran. Nem tampouco pensei que um dia poderia entendê-las, pois, como todos os seres humanos, não fugia à regra.

 
Era mais fácil, para mim, acreditar que estava certa em meu caminho do que buscar a confirmação em outro lugar, pois quase nunca gostamos de admitir que estamos errados, principalmente quando se trata de nossas convicções religiosas.

  
Em se tratando do mundo espiritual, foi sempre muito mais fácil imaginá-lo do que participarmos dele. A princípio estávamos impossibilitados de participar do mundo espiritual, em razão do grande bloqueio que sofremos com a queima de nossos neurônios na época do acidente com a Terra, como disse Karran.
 
Mas, também palavras dele nos dão conta de que “nossa recuperação está sendo magnífica, e, por isso, já podemos deixar de imaginar o mundo espiritual e participarmos dessa grande realidade, que é a inexistência da morte”.
 
É bom lembrar que não estamos aqui para dizer qual grupo ou seita religiosa está certo em suas convicções. Karran diz que: “Tudo o que existe, foi ou é necessário”.

Cabe a cada um fazer esta auto-análise, ou quem sabe, estas perguntas:

* O mundo espiritual existe?
* Estarei preparado para descobri-lo?
* Minha fé ou o grupo a que pertenço está me bastando?
* Serei capaz de viver equilibradamente sem minhas fantasias atuais para encarar a Grande Realidade que me espera?
* Ao me deparar com esta Realidade acaso não ficarei por demais vaidoso de mim?
* E as outras pessoas, continuarão as mesmas para mim?
* Estando de posse desse conhecimento, para que fins o usaria?

 
Caso estas perguntas, ou esta auto-análise já foi feita, e acredito que sim... espero, que as únicas respostas que lhe faltem, sejam estas: 

Quem é você? O que é você? E por que você?

 
Para que eu possa falar sobre estas três perguntas, voltaremos ao meu segundo contato com Karran. Vale aqui um esclarecimento. Foi nesse contato que tive a oportunidade de conhecer Zirr, habitante de um outro planeta que não o de Karran.
 
Zirr, uma pessoa que saiu do conforto de sua terra para viver entre nós, e acompanhar de perto o nosso desenvolvimento, físico, mental e tecnológico.

 
Foi este homem, Zirr, que ao perceber que eu não tinha entendido as palavras de Karran, explicou-me:

 
“Não Bianca, não é desta consciência que estamos falando, mas de uma outra, de um outro tipo de saber. Quem é você, não se limita em quem é você agora, mas é também quem você foi antes desse agora, em vidas passadas”.
  
“O que é você é o estudo que você fará sobre seu corpo físico, para que possa dominá-lo”.
  
"E, porque você é o entendimento que você vai adquirindo das vidas passadas, do domínio sobre sua matéria e provavelmente entenderás no futuro, o porque até mesmo desse momento de agora”.

   

É sabido que vários grupos trabalham em busca da autoconsciência. E essa busca não teve o seu início agora. Provavelmente se iniciou no momento em que o homem, vendo um corpo sem vida chorou, porque sentiu a dor da separação, da perda.
  
Nesse momento uma grande pergunta desponta em seu raciocínio: “Será que viver é só isso? Se assim for, não tem sentido viver”.
 
A partir daí, iniciava-se a grande busca, a busca incansável da autoconsciência. E muitos foram os acertos e erros da humanidade em busca desse conhecimento, por falta de dados concretos.
 
Mas muitos foram e continuam sendo os caminhos a percorrer. Algumas pessoas preferem o caminho da abstinência, outras, o da autoflagelação e existem outros ainda que buscam o caminho da autoconsciência através até mesmo de jejum e da meditação.
 
Enfim, de uma forma ou de outra todos buscamos ter acesso ao mundo espiritual. Mas, poucos são os que até agora o conseguiram. Infelizmente, alguns dos que puderam ter certeza da vida após a morte, não sabemos se por vaidade, ou por falta de informações, mudaram seu comportamento. E a imagem deixada por essas pessoas, para seus seguidores ou admiradores acabou por dificultar tremendamente o acesso ao mundo espiritual.
 
Essas pessoas, não se sabe bem qual a razão, limitaram e continuam limitando suas vidas, renegando praticamente tudo o que existe no mundo físico, deixando quase sempre a nítida impressão de que fazer parte do mundo físico, ou material, seja a parte negativa do ser, ou ter matéria e gostar dela, seja a prova da imperfeição humana.
 
Queremos lembrar que este trabalho tem importância fundamental para nós seres humanos. Segundo Karran, não é a primeira vez que esses exercícios são ensinados aqui em nosso planeta. Infelizmente, o objetivo desse trabalho sempre foi modificado em função das interpretações dos fatos que nos ocorrem fora do corpo físico. Esperamos, pois que isso não ocorra agora, os tempos são outros e o entendimento também.
 
Karran diz que a “interpretação dos fatos, só mostra a falta de entendimento sobre os mesmos. Pois se entendemos, não interpretamos, sabemos”.
 
Quero lembrar que sei não ser perfeita aos olhos da maioria que trabalha em busca da perfeição, mas quero lembrar porém que este, no momento, ainda não é o nosso objetivo.
 
Karran lembra ainda que: tudo o que existe foi criado pelo Criador, e Ele, não vê defeito em sua obra. Também conforme suas palavras: “somente depois de termos acesso a nós mesmos, é que teremos meios para saber se estamos ou não sendo coerentes com a grande Realidade do Universo”.