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Bianca fala sobre a Filosofia da TFCA:

Do livro "A Vida Dentro da Vida"



Por que este assunto é muito delicado?
Bianca: Porque
a) Falará no assunto “religião”;
b) Falará sobre o sistema no qual vivemos.
c) Fará relação com a moral tradicional.
d) Tocará em muitos outros problemas que integram nossa cultura hoje.
e) E falará também sobre a morte.

Você diz que este assunto é muito delicado porque fala dos assuntos: religião, sistema no qual vivemos, moral tradicional, cultura e morte. Porque é delicado falar destes assuntos?
Bianca: É delicado falar sobre religião porque todos nós temos formação religiosa e todos nós acreditamos piamente na religião que nos foi ensinada pelos nossos pais. A religião se tornou quase uma herança de família. Por isto, quando falamos do problema religioso, não estamos falando tanto de “igreja” em si, mas sim da estrutura familiar do nosso planeta.

É delicado falar sobre o sistema no qual vivemos, porque nosso sistema é muito diferente do que eu venho aprendendo sobre como deveria ser a estrutura moral, familiar e cultural do ser humano. Daí a dificuldade e a delicadeza do assunto. Pois, quando se trata de cultura, o meu entendimento é pequeno, quando se trata de moral, não sabemos mais, aqui em nosso planeta, qual seria o melhora caminho a seguir. Portanto, é um assunto delicado.

Com relação à morte, é um dos assuntos mais difíceis, pois a inexistência da morte não pode ser comprovada para quem não participa do mundo espiritual.

Você diz que o que você vem aprendendo sobre o sistema é muito diferente do nosso, na estrutura moral, familiar e cultural. Em que consiste essa diferença? Ou melhor, como deveria ser a estrutura moral, familiar e cultural, segundo o seu aprendizado?
Bianca: Esta é uma resposta que eu não poderei dar, pois se eu o fizesse, estaria pregando um novo sistema de vida. E dentro de meu aprendizado, me é ensinado que isto é uma das coisas que eu não devo fazer. A mudança do sistema de vida tem que ocorrer por entendimento humano. Pois, se assim não for, esta mudança também não seria correta.

Você inicia a filosofia da Técnica dizendo que vai falar sobre um assunto delicado e que vem afligindo o ser humano. Por que este assunto vem afligindo o ser humano?
Bianca: Porque todo e qualquer ser humano teme a ignorância e, quando se trata de morte, mundo espiritual e vida eterna, quase todos nós ignoramos estes assuntos, pois deles apenas somos informados e a informação não nos dá certeza, daí nossa insegurança.

Que são lampejos de consciência e lampejos da consciência?
Bianca: Lampejos de consciência é a consciência de existir no passado, presente e futuro. Lampejos da consciência é a consciência do dia-a-dia que não atinge ou não cogita do futuro após a morte da matéria do ser humano. Atinge somente o presente.

A morte deixou de ser conseqüência natural do que vive. O que se entende com isto?
Bianca: A morte é conseqüência natural da matéria viva que, por sua natureza de matéria, deteriora-se pelas leis do universo físico. A matéria animal passa por esse processo de transformação física e a matéria que o ser humano usa é também animal e por isso está sujeita a esse mesmo processo de deterioração. Neste sentido, a morte da matéria é conseqüência natural do que vive, mas o ser humano, que é independente da matéria, não passa pelo processo da morte, pois ele “faz parte da eternidade”.

O homem mergulhou na busca da resposta a esta pergunta: “Existe vida após a morte?”
Bianca: O homem, independentemente da matéria, raciocinou e descobriu que ele é imortal, por isto nunca aceitou e entendeu a morte física como sendo algo natural.

Acompanhando esta pergunta surgiram várias outras:

O mundo espiritual seria um mundo de luz ou de trevas?
Bianca: Luz.
Por que luz? Porque nós como seres humanos, somos conscientes da grandeza do nosso Criador e pelo princípio lógico sabemos que o que existe de melhor é a visão e o calor. E também por princípios lógicos aceitamos a claridade como princípio de visão, e o calor como princípio do amor e da luz.

Trevas. Por que trevas?
Bianca: Sempre o mal foi representado como algo frio, escuro e tenebroso. E a nossa consciência nos traz para o presente também esta visão sobre o mundo espiritual, pois tudo o que não conhecemos, tememos, mas quero esclarecer que são apenas temores naturais do ser humano inconsciente, pois, se dentro de nossa inconsciência tivéssemos apenas, do mundo espiritual, a visão do amor, da luz e da eternidade, não suportaríamos jamais habitar o corpo físico. E sem ele seríamos incompletos.

Seria esse mundo de forma, ou não? Se não existirem as
formas, a luz nem a escuridão, como seria?
Bianca: Mundo de formas! O ser humano é composto de formas e tudo o que o cerca também o é. Portanto, vivemos em um mundo de formas, pois o mundo espiritual existe antes do mundo físico e o mundo físico é uma cópia do mundo espiritual, portanto é mundo de formas.

Se não existissem formas, luz, escuridão, como seria?
Bianca: Não seria, pois nós seres humanos não temos acesso a algo que não podemos entender. E nós só entendemos aquilo que faz parte do nosso registro natural: por isso, não compreendemos a “Força Criadora” pois nunca tivemos acesso a ela, mas sabemos, por registro natural, que essa “Força Criadora” tem constante acesso a nós.

Será que ao morrer seríamos lançados em um espaço vazio com luz suave e névoa fina, onde reina a paz eterna? Espaço vazio com luz suave? Por que luz suave e névoa fina?
Bianca: Como podem ver, esta é uma visão imaginária que acompanha os religiosos e místicos, pois não tendo eles a visão correta da freqüência extrafísica, passaram a conjecturar sobre o que seria bom para o ser humano.

Onde reina a paz eterna?
Bianca: Como podem ver ainda, a luz, a brisa e a névoa fina nos são representadas pela religião como sendo o exemplo de paz eterna ou paz celestial.

“Será que até existe a dor”? Por que existe dor?
Bianca: Como habitamos um corpo físico adquirimos nele o registro da dor física. Quando entramos na freqüência extrafísica (mundo espiritual), levamos conosco este registro, e levamos um bom tempo para perdê-lo, e assim perdemos também a sensação da dor física. Mas a dor física não é a única que acompanha o ser humano, pois em nossos registros naturais temos as emoções e essas emoções podem ser sentidas de várias maneiras.

Citarei algumas:
1) Saudade e tristeza são doloridas;
2) Amor e reencontro são emoções que nos dão prazer.

Será que nada disto existe e a morte é o fim de tudo?
Bianca: De acordo com alguns grupos religiosos e filosóficos, a morte representa o fim, pois essas pessoas não aceitam o ser humano ocupando um corpo físico. E se ocorpo físico não fosse habitado pelo ser humano, a morte representaria o fim. Pois o corpo físico só é representado como seqüência pela reprodução e não pela consciência.

E o esquecimento eterno?
Bianca: Como vêem, a pergunta nos dá noção de continuidade, mesmo levando em consideração a inconsciência. Mas se existe a eternidade, o ponto de referência da mesma é a nossa consciência do passado, presente e futuro.

Quem sabe?
Bianca: Pelo que venho aprendendo até hoje, todos nós seres humanos temos este conhecimento. Mas também tenho visto, que aqui em nossa Terra, esse conhecimento é muito contraditório. Portanto, só podemos ter acesso correto a esse conhecimento através da autoconsciência e a permanente freqüência no mundo extrafísico e físico.

O que seria conhecimento dentro desta filosofia?
Bianca: Venho observando que, o conhecimento adquirido no mundo físico é um conhecimento informativo e o conhecimento do mundo extrafísico é um conhecimento prático, você o adquire e tira suas próprias conclusões e informações. Temos que lembrar também que, quando estamos no mundo extrafísico, muitos dos nossos bloqueios que nos são impostos pelo corpo físico deixam de existir. Portanto, o conhecimento que adquirimos não sofre as interferências que normalmente sofremos aqui.

Esse conhecimento que você adquiriu somente foi possível após a prática da “Técnica Física para a Conquista da Autoconsciência”. Por que?
Bianca: Foi-me explicado por Karran que sofremos um acidente solar. E este acidente bloqueou com excesso de energia os nossos neurônios. Este bloqueio gerou a inconsciência. É essa inconsciência, limitada pelo baixo funcionamento cerebral, que nos impede de termos acesso ao mundo extrafísico. Mas este conjunto de exercícios aumenta nossa capacidade energética através dos nossos impulsos cerebrais e freqüência cerebral. Isto faz com que a energia adquirida com os exercícios percorra cada vez mais, em intensidade, um grupo maior de neurônios, ativando assim a recuperação da matéria humana. E, através desta recuperação, passamos a trazer para o corpo físico o conhecimento e entendimento que adquirimos na freqüência extrafísica (mundo espiritual).

A Técnica tem como objetivo a conquista da autoconsciência?
Bianca: Chamamos de autoconsciência o conhecimento que nos foi dado pela “Força Criadora”. E foi a este conhecimento que perdemos acesso com o bloqueio de nossos neurônios, após o acidente.

Por que a autoconsciência tem que ser uma conquista?
Bianca: Reconquistar a autoconsciência só é possível através do equilíbrio energético da matéria. E este equilíbrio não se dá naturalmente. Por isto temos que, através de práticas por nós impostas à matéria, fazer esta auto-recuperação. E se conseguirmos recuperar nossa matéria, estaremos também recuperando nosso acesso ao mundo espiritual e a nossa autoconsciência.

Somente a autoconsciência poderá responder a estas perguntas: Aqui no planeta existem muitos movimentos místicos e tantas religiões, por que elas não teriam respostas a estas perguntas? E somente a autoconsciência poderia respondê-las?
Bianca: Quando me refiro à autoconsciência, estou me referindo a um conhecimento universal que nos foi dado pelo Criador e não ao conhecimento planetário que temos aqui em nossa Terra, conturbado pelo acidente.

Uma pessoa que nunca saiu de sua matéria nunca entenderá que ela não é a própria matéria?
Bianca: Através da fé e da religião ela pode até acreditar que não é a matéria, mas a certeza ela só terá saindo de seu corpo físico e comprovando por si própria as palavras de Karran.

Por que sair da matéria?
Bianca: Pelo que aprendi e pela consciência que tenho hoje do mundo extrafísico, cada vez mais tenho certeza de que nós temos inseridos em nossos registros originais a matéria física. Mas, só nos sentimos completos participando dos dois lados da nossa existência: O mundo físico e o mundo extrafísico. Mas com o acidente que sofremos, perdemos o acesso a um dos lados da nossa existência, pois se perdemos nossa matéria passamos a fazer parte do mundo extrafísico e ao recebermos uma nova matéria, esquecemos que no mundo extrafísico já estivemos um dia. E dele só temos informações. Como diz Karran: “nós só seremos completos participando ativamente dos dois lados da nossa existência”.

Por que não gostamos de admitir que estamos errados?
Bianca: Porque nós temos certeza que nosso entendimento sobre qualquer assunto é o correto, por isto, só colocamos em dúvida o raciocínio e o entendimento dos outros.

Por que o ser humano acha que ele sempre está certo naquilo que ele acredita ou pratica?
Bianca: O entendimento sobre a vida extrafísica, ou do que pode nos levar a ela, depende do número de impulsos cerebrais e da área que esta energia percorre em nosso cérebro. Os grupos religiosos e filosóficos existentes aqui em nosso planeta, são aceitos por pessoas que tem o mesmo número de impulsos cerebrais e a mesma área percorrida por essa energia. Portanto o entendimento de seus seguidores é idêntico. E dentro do limite que lhe é imposto pela matéria, eles estão corretos no seu entendimento. Daí a certeza de suas convicções.

O que você quer dizer “imaginar o mundo espiritual”?
Bianca: Sendo eu uma pessoa com educação religiosa protestante, sempre tive muitas informações; através de minha religião, sobre como seria o mundo espiritual. Mas, durante esse mesmo período, nunca tive acesso a ele. E, após o meu contato com Karran, fiquei conhecendo outros grupos religiosos e filosóficos, fiquei sabendo que também eles falam muito sobre o mundo espiritual, mas a ele não têm acesso. Com a participação que tenho hoje nesse outro lado da nossa existência, tenho certeza de que, aqui, raras são as pessoas que até hoje tiveram e têm acesso a esse outro mundo. Pois vejo hoje que a visão que se tem aqui sobre o mundo espiritual é uma visão imaginária e não uma visão que nos mostra a realidade.

O que você quer dizer com queima de neurônios?
Bianca: Queima de neurônios, dentro da explicação que Karran dá, significa sobrecarga energética em uma determinada época. Esse período de sobrecarga deixou o campo neuronal e suas ligações fragmentadas e esta fragmentação impede que a energia captada pelo corpo físico percorra o campo neuronal com a intensidade e a força necessárias a um bom desenvolvimento e atuação do ser humano quando na matéria (corpo físico).

Em que sentido essa nossa recuperação está sendo magnífica, na visão de Karran? Pois quase toda a humanidade ainda está bloqueada em seu cérebro.
Bianca: Quando ele se referiu à “recuperação magnífica”, referia-se à nossa recuperação física e tecnológica. Registros estes que, com o acidente, foram perdidos. Mas, viu ele também que a nossa recuperação está sendo apenas voltada para a parte prática e física. Com relação ao lado humano, o lado extrafísico (espiritual), este ainda continua fazendo parte da imaginação humana.

Com que meios podemos deixar de imaginar o mundo espiritual e participar dele?
Bianca: Fazendo exercícios que aumentem nossos impulsos, freqüência e vibração cerebral. Com esta prática estaremos nos recuperando do bloqueio físico que nos foi imposto pelo acidente. E, assim, passaremos a entrar e sair conscientemente no nosso corpo físico.

Por que a inexistência da morte é a grande realidade para o ser humano?
Bianca: Muito se ouve falar sobre vida eterna. Mas também se ouve dizer que esta só é conseguida com a perda do corpo. Porém, nós seres humanos, somos eternos, independentemente de nossas idas e vindas com a perda do corpo físico. Mas nos falta esta certeza que só teremos com o desbloqueio da matéria. Quando esta se tornar desbloqueada, seremos conscientemente eternos.

Como se explicaria a inexistência da morte na matéria perecível?
Bianca: Quando Karran se referiu à inexistência da morte para o ser humano, ele não estava se referindo à matéria física do mesmo, pois esta é temporária. Mas se somos conscientes, ao recebermos uma nova matéria, seremos conscientes de quem fomos e o que fazíamos. Daí conclui-se a inexistência da morte para o ser humano. Pois aí se vê que até mesmo a matéria física, que é perecível, torna-se eterna pela reprodução.

Isto não seria a “reencarnação” que os grupos religiosos já ensinam há tanto tempo?
Bianca: Sim! Porque temos registros de matéria. Portanto, sentimos necessidade dela. Mas, a diferença é que estaremos de novo em um corpo físico, conscientes de nossos deveres e não para pagamento de um “karma” ou por castigo nem por evolução porque o ser humano já é perfeito. Pois a matéria nos é dada como um presente divino e não como um castigo para o ser humano. “Tudo que existe foi ou é necessário”.

Karran ao fazer esta afirmação refere-se à natureza em si ou a tudo que o homem fez e construiu?
Bianca: A tudo o que o homem já fez dentro da área tecnológica, filosófica e cultural.

Quando você diz que cabe a cada um fazer esta auto-análise, “cada um” seria referente a quem faz a Técnica Física para a Conquista da Autoconsciência ou a qualquer pessoa do nosso contexto social?
Bianca: Às pessoas que se interessam em conhecer e se relacionar com o mundo espiritual. Pois a elas cabe a verificação de seus propósitos, seu entendimento sobre os mesmos. Enfim, à finalidade e objetivos pelos quais pretendem este convívio.

Em que sentido uma pessoa estaria preparada para descobrir o mundo espiritual?
Bianca: Quando existe em uma pessoa a necessidade de aprender, de buscar a verdade, escondida em cada um de nós e não a necessidade de confronto cultural ou pessoal e também quando não existe nela a necessidade de se tornar um líder de um grupo. Ou como ocorre muitas vezes, para o confronto e debates, para testar ou experimentar o conhecimento das outras pessoas. Pois a demonstração não faz parte da autoconsciência.

Quando é que a fé ou um grupo está nos bastando espiritualmente?
Bianca: Quando aceitamos e entendemos tudo que nos está sendo ensinado neste grupo, então ele nos basta. Agora, quando alguma coisa que é dita, desperta em nós momentos de dúvida e temos que ser convencidos pelo grupo ou por alguém a entender ou a aceitar o que nos foi dito, então este grupo ou esta filosofia já não nos basta mais.

Que é viver equilibradamente dentro desta filosofia?
Bianca: Viver equilibradamente, dentro deste trabalho significa não se arrepender de ter deixado alguma coisa para trás. E também significa não se sentir vaidoso ou especial com o acesso que passará a ter ao mundo espiritual.

O que você entende por fantasias atuais das pessoas?
Bianca: Quando me refiro a fantasias, estou me referindo a situações imaginárias que a fé nos proporciona. Pois a fé nos leva a momentos e situações não condizentes com a realidade do mundo espiritual.

Que significa “a grande realidade que me espera?”
Bianca: A grande realidade é a inexistência da morte; o mundo espiritual e a autoconsciência. Esta é a grande realidade que nos espera.

Como uma pessoa ficaria vaidosa ao se deparar com esta grande realidade?
Bianca: Na realidade, todos nós ficamos vaidosos diante desta maravilhosa e importante descoberta que fazemos. O que não podemos é nos qualificar de superiores perante as outras pessoas.

Nesta filosofia, quando uma pessoa estaria de posse do conhecimento?
Bianca: Quando ela tiver certeza de que ela é consciente dos dois mundos que nos cercam e participar de ambos.

Para que fim ou fins deve ser usado este conhecimento?
Bianca: Para orientar e encaminhar as outras pessoas no mundo físico ou
espiritual, sem deixar que elas percebam que você está de posse deste conhecimento.

Estas três perguntas: Quem é você? O que é você e por que você? São feitas porque o homem nunca soube a resposta ou ele sabia e esqueceu com o acidente?
Bianca: Ele sabia e esqueceu com o acidente.

Isto significa então que o ser humano já tem em si todos os conhecimentos?
Bianca: Como registro da Criação, sim! Como conhecimento ao alcance dele, não! Tem que ser adquirido.

Esta resposta foi dada em relação à pessoa que tem registro de matéria somente, ou ela é relativa a todos os seres humanos?
Bianca: Pelo que sei, por convivência no mundo espiritual, existe um número quase tão grande de pessoas que tem registro de matéria, quanto de pessoas sem este registro, criadas somente para habitar o mundo espiritual. Porém, a resposta diz respeito somente a nós, que temos registro de matéria.

Karran disse a você que quando eles chegaram aqui, nos encontraram ainda sem as matérias que usamos, isto é, na freqüência extrafísica. Eu pergunto: Nós nessa freqüência tínhamos o conhecimento que têm as pessoas sem registro de matéria?
Bianca: Pelo que hoje sei, não! Porque nós só tínhamos o conhecimento que é nato nas pessoas possuidoras de matérias e alguns que foram transmitidos por aqueles que não têm este registro. Com isto quero dizer que o conhecimento humano está detido nas mãos daqueles que não possuem o registro físico.

Você tem conhecimento do motivo desta diferença de conhecimentos entre as pessoas que têm registro de matéria e as que não têm?
Bianca: A explicação que me é dada, na freqüência extrafísica, é que as pessoas não possuidoras do registro de matéria não sofrem bloqueios e nem interferência em seus conhecimentos. Por esta razão os conhecimentos mais importantes para o ser humano estão sob a guarda e proteção dessas pessoas.

E os que têm registro de matéria serão um dia possuidores de todos os conhecimentos dessas pessoas sem registro de matéria?
Bianca: Capacidade para aprender esses conhecimentos nós temos. E como somos eternos temos todo o tempo para isso. Por isto eu acredito que um dia teremos todos esses conhecimentos.

Você tem falado bastante em eternidade, daria para você fazer uma diferença explicativa sobre tempo e eternidade?
Bianca: O tempo é contado pelo dia, noite, semana, meses e anos. Na eternidade não existe noite, semana, meses nem anos. Ela simplesmente existe. É um tempo sem medida cronológica. Tudo na eternidade é o presente.

Então para entender a eternidade, temos que sair do tempo cronológico?
Bianca: Sim! Temos!

Em que sentido o estudo do corpo físico ajudaria no domínio dele?
Bianca: Porque você passa a conhecê-lo em todos os sentidos e também em suas limitações. E, principalmente, você passa a entender que você não é o corpo físico. E só através deste entendimento podemos chegar a controlá-lo o suficiente para que ele não nos limite e nem nos impeça de sairmos em busca do nosso conhecimento. Quando isto acontecer, podemos dizer que já estamos conhecendo e controlando nossa matéria.

Os grupos que trabalham em busca da autoconsciência sabem o que estão buscando ou trabalham sem esse objetivo pré-estabelecido?
Bianca: Acredito que todos saibam o que estão procurando, pois todos eles pregam a salvação do espírito humano e a vida eterna. Só que, para nós, a salvação do ser humano está na autoconsciência e a vida eterna no rompimento da obscuridade que existe entre a vida e a morte.

O sentido de viver estaria justificado em que atitudes ou aspirações do ser humano?
Bianca: Na importância que uma matéria tem para nós, na atuação no mundo para o qual fomos criados: o mundo físico. Sem um corpo físico não poderíamos nunca sermos atuantes nesta freqüência.

Mas a justificativa última do ser humano (por que você) ele já sabe pela sua própria natureza ou ainda está por descobrir?
Bianca: Ele sabe por sua própria natureza, agora com relação a esta descoberta do saber, creio que cada um tem seu tempo certo.

Você poderia indicar historicamente erros e acertos na busca da autoconsciência?
Bianca: Não, não posso! Pois como disse Karran: “Tudo que existe foi ou é
necessário”.

O que você entende por “dados concretos” na busca da autoconsciência?
Bianca: Conhecimento e participação no mundo espiritual. Pois, se a humanidade tivesse acesso constante a este outro lado de nossa existência, nós não teríamos erros em busca deste conhecimento mas somente acertos.

O curso que fazemos: “Técnica Física para a Conquista da Autoconsciência” nos dará esses acertos sem erros?
Bianca: Se o praticante da “Técnica” conseguir a saída e for paciente o suficiente para esperar o tempo de seu entendimento, então não teremos erros. Mas, se ele for impaciente e começar a puxar pela sua imaginação e cair no erro da “interpretação dos fatos que nos ocorrem fora do nosso corpo físico”, então não estaremos sendo diferentes dos demais grupos já existentes. Pois estaremos sujeitos aos mesmos erros que já foram cometidos até hoje.

Dentre os caminhos que a humanidade percorre em busca da autoconsciência, seria válido algum caminho como o melhor para todos, ou isto tem que partir da busca de cada um?
Bianca: Não existe um melhor caminho. Pois, todos têm como objetivo o mundo espiritual. Existe sim, um melhor entendimento desta busca e este entendimento é individual e não coletivo.

A abstinência, a autoflagelação, o jejum e a meditação, você diz que são caminhos adotados por muitos para a busca da autoconsciência. Dentro desta filosofia essas práticas seriam condenáveis, poderiam ser apoiadas, o que você tem a dizer?
Bianca: Elas não são necessárias, pois o recurso que utilizamos para atingir a autoconsciência é a prática dos exercícios que compõem a Técnica Física para a Conquista da Autoconsciência.

A importância fundamental do trabalho pode ser explicada? Por que essa importância é fundamental?
Bianca: Todos os estudos que tenho feito até hoje no mundo extrafísico, têm como objetivo a conscientização humana, pois só através da conscientização podemos mudar nosso entendimento, raciocínio e visão do mundo que nos cerca. E também me é mostrado, que toda e qualquer linha religiosa ou filosófica aqui em nossa terra, tem como objetivo a conquista da conscientização humana. Pois todos nós sabemos que, sem ela, não poderemos jamais promover mudanças em nosso planeta.

Você poderia dizer onde e quando Karran ensinou esses exercícios outras vezes, como diz ele?
Bianca: Onde e quando não sei precisar, mas tenho consciência de que a “Filosofia Hindu” é uma das que se originaram de ensinamentos extraterrestres. E assim como esta várias outras.

Quando você fala em interpretação, você entende o mesmo que é entendido em nossa cultura atual ou tem outro significado?
Bianca: Não! Pois quando me refiro à interpretação, estou me referindo à conclusão de uma idéia pelo aluno, antes que seus estudos, sobre aquele assunto, tenham sido concluídos na freqüência extrafísica.

Em que sentido “os tempos são outros e o entendimento também?”
Bianca: Já que sabemos que somos remanescentes de um grande acidente em nosso sistema solar, sabemos também, que o excesso de energia provocou em nosso cérebro, bloqueios energéticos, causando o esquecimento da nossa origem, da nossa tecnologia e principalmente da freqüência extrafísica (mundo espiritual). Portando, todo o nosso conhecimento teve que ser reiniciado pelos habitantes de outros mundos e também do mundo espiritual. E já que nossa recuperação está sendo perfeita, quero crer que o nosso entendimento também. Como diz Karran, não temos mais necessidade de “meias palavras” ou “frases obscuras” para começar a entender a inexistência da morte para o ser humano, a tão sonhada vida eterna e o mundo espiritual.

Quando você diz que não é perfeita, você quer dizer que comete os mesmos erros que todos cometem em relação à autoconsciência ou ainda lhe falta muito para aprender?
Bianca: A erros todos nós estamos sujeitos. Com relação à perfeição, é algo que todos devemos buscar sempre. Pois quanto menos errarmos mais fácil será para os outros que virão em seguida.

Todos notam que seu modo de vida é normal em relação ao contexto social. Você nem mesmo se veste diferente. Uma pessoa com o conhecimento que você tem, colocarse-ia num pedestal de destaque. Você não é assim. Há alguma razão especial pra isto?
Bianca: Todo o meu aprendizado é baseado na igualdade do ser. Eu não quero ser diferente dos outros seres humanos que conheço. Pois se assim o fosse, eu estaria, dentro do meu trabalho, cometendo o primeiro erro irreparável.

Você acha então que não existem pessoas especiais.
Bianca: Sim, acho! Não existem! Existem pessoas com maior conhecimento, mas especiais, não! Pois temos a mesma origem e o mesmo “Criador”. Como exemplo, usarei uma família: Em uma família, alguns estudam mais, outros menos. Uns se formam e são doutores e outros não. Mas, os pais vêem todos os seus filhos da mesma maneira.

O que seria a perfeição para o ser humano?
Bianca: Como exemplo da perfeição humana, eu posso citar Karran, que é uma pessoa como nós, possuidora de corpo físico, e também o meu professor que não tem registro de matéria física, portanto foi criado para viver somente no mundo espiritual. E ambos me dizem que “o Criador não vê defeito em sua obra”. De onde se conclui que, mesmo nós que estamos “defeituosos”, em razão de um acidente, perante os olhos do “Criador” somos perfeitos.

Você faz muitas afirmações a partir do que Karran falou ou outras pessoas falaram no mundo extrafísico. Se alguém exigisse de você uma base lógica, dentro do nosso sistema, para comprovar suas afirmações, como você explicaria?
Bianca: Eu responderia que somente o tempo e o entendimento dos seres humanos serão capazes de confirmar o que venho dizendo até agora. Pois, para aqueles que praticam os exercícios da “Técnica Física para a Conquista da Autoconsciência” a comprovação é imediata, mas aqueles que não querem nem tentar, somente o tempo e os fatos servirão de comprovação.

Muitas pessoas gostariam de ver o Karran para acreditar em você. Que você diz disto?
Bianca: Digo que isto é algo que não está ao meu alcance, pois não depende de mim o encontro dele com quem quer que seja e sim dele próprio. Eu não sou uma pessoa que faz promessas que não possa cumprir.

Para encerrar, eu gostaria que você comentasse, no seu modo de ver, o que constitui a “Grande Realidade do Universo”?
Bianca: A grande realidade do universo para o ser humano é a imortalidade do “Ser”.

 

 

   

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